Que raiva é esta?
Tão ridícula, tão hipócrita, tão falsa...
Quem és tu? Que foste fazer?
ISSO! DEITA TUDO A PERDER!
Tudo o que construíste foi-se,
Tudo se perdeu, nada ficou para ti!
Nada! Nada! Nada!
Não reparas na asneira que fizeste?
E tu rapaz? Sim! Tu que estás a sofrer!
Não estás a sofrer?! Mas devias!
Recupera a consciência!
Acalma a raiva!
Sofres e fazes sofrer!
Erras e deitas tudo a perder...
É a tua nova ira,
A que construíste com apenas uma mentira!
Ruas
Magoado, espancado, dorido,
Ninguém podia dizer o que senti,
Estava irreconhecível para mim mesmo.
Vi o meu reflexo numa janela,
Nem sabia que era a minha pessoa
Nem conhecia o meu próprio rosto.
As minhas cicatrizes deixavam de ter significado,
O passado? Eternamente esquecido,
Agora que tinha sido rejeitado.
Andei pela avenida principal,
Passeio duro, sem dar tréguas,
E as vozes dos amigos perdidos,
Colocaram a noite sobre mim.
A noite caiu e eu continuo a mentir,
Aos poucos vou desaparecendo,
Libertando-me deste pesadelo
Que me encontro a viver... nas ruas da vida.
Ninguém podia dizer o que senti,
Estava irreconhecível para mim mesmo.
Vi o meu reflexo numa janela,
Nem sabia que era a minha pessoa
Nem conhecia o meu próprio rosto.
As minhas cicatrizes deixavam de ter significado,
O passado? Eternamente esquecido,
Agora que tinha sido rejeitado.
Andei pela avenida principal,
Passeio duro, sem dar tréguas,
E as vozes dos amigos perdidos,
Colocaram a noite sobre mim.
A noite caiu e eu continuo a mentir,
Aos poucos vou desaparecendo,
Libertando-me deste pesadelo
Que me encontro a viver... nas ruas da vida.
Abutres I
Amigos?
Seriam eles se não estivem a fumar uns cigarros,
Bem sabem que são os causadores do meu mau estado!
Amigos?
Seriam eles se não afogassem as mágoas em algo que tanto mal me fez,
Deveriam desprezá-lo visceralmente!
Hoje sei quem eles realmente são e como estão:
Batendo o pé... impacientes.
Todos esperam a minha morte,
Vendo quem ganhará o quê com ela!
Amigos? Bando de abutres, é o que eles são...
Seriam eles se não estivem a fumar uns cigarros,
Bem sabem que são os causadores do meu mau estado!
Amigos?
Seriam eles se não afogassem as mágoas em algo que tanto mal me fez,
Deveriam desprezá-lo visceralmente!
Hoje sei quem eles realmente são e como estão:
Batendo o pé... impacientes.
Todos esperam a minha morte,
Vendo quem ganhará o quê com ela!
Amigos? Bando de abutres, é o que eles são...
Amor Imperfeito - Parte III
A dor, a mágoa, o desespero...
Estou assim.
Profundamente afectado por um desejo proibido,
Matando o sentimento mais apetecido
Como se de algo banal se tratasse...
Mas não há nada que o ultrapasse!
É a minha bússola do dia a dia,
A carta de marear que me guia
Como se o passado não tivesse acontecido...
Oh... Por vezes, quem me dera não te ter conhecido!
Para experimentar a mais horrorosa das torturas?
Ouvir letras, palavras, frases tão duras?
Não era certamente o meu tão esperado objectivo...
Parecia ser apenas um ser nocivo!
Tira-me esta dor, tira-me o sofrimento!
Tira-me deste amor, tira-me o tormento!
Estou enojado, cansado e saturado
Mas não sou o único!
(Em ti fiquei bem tatuado.)
Estou assim.
Profundamente afectado por um desejo proibido,
Matando o sentimento mais apetecido
Como se de algo banal se tratasse...
Mas não há nada que o ultrapasse!
É a minha bússola do dia a dia,
A carta de marear que me guia
Como se o passado não tivesse acontecido...
Oh... Por vezes, quem me dera não te ter conhecido!
Para experimentar a mais horrorosa das torturas?
Ouvir letras, palavras, frases tão duras?
Não era certamente o meu tão esperado objectivo...
Parecia ser apenas um ser nocivo!
Tira-me esta dor, tira-me o sofrimento!
Tira-me deste amor, tira-me o tormento!
Estou enojado, cansado e saturado
Mas não sou o único!
(Em ti fiquei bem tatuado.)
Sociedade
O som surgiu.
De onde? Não sei.
Não veio de mim, também não foste tu,
Mas um jogo de vozes começou.
Vamos gastar palavras,
Vamos gastar as letras mais usadas,
Vamos gastar as expressões mais banalizadas.
Por quem?
Por ti jovem de tenra idade,
Por si senhor às portas da morte,
Por ti sociedade
E por todos os teus filhos da má sorte!
De onde? Não sei.
Não veio de mim, também não foste tu,
Mas um jogo de vozes começou.
Vamos gastar palavras,
Vamos gastar as letras mais usadas,
Vamos gastar as expressões mais banalizadas.
Por quem?
Por ti jovem de tenra idade,
Por si senhor às portas da morte,
Por ti sociedade
E por todos os teus filhos da má sorte!
Amor Imperfeito - Parte II
A atracção que sentíamos acabou,
Acabou comigo, contigo, connosco,
Pôs fim ao amor que só um alimentou
E que fez de mim nada mais que um tosco.
Tudo o que disse é pura ironia,
A atracção? Só eu a sentia,
Só eu a fazia crescer!
E tu? Tu apenas a fazias desaparecer...
Decepção!
Não passaste disso e foste a maior,
A mais brutal, a mais marcante,
(E apesar de um dia teres sido a melhor,
Terminaste a jornada sendo a mais arrogante!)
Mas continuo sem perceber
O porquê de tudo ter acabado,
Apesar de tudo ainda gostava de te ter
Bem perto, mesmo aqui ao meu lado.
Acabou comigo, contigo, connosco,
Pôs fim ao amor que só um alimentou
E que fez de mim nada mais que um tosco.
Tudo o que disse é pura ironia,
A atracção? Só eu a sentia,
Só eu a fazia crescer!
E tu? Tu apenas a fazias desaparecer...
Decepção!
Não passaste disso e foste a maior,
A mais brutal, a mais marcante,
(E apesar de um dia teres sido a melhor,
Terminaste a jornada sendo a mais arrogante!)
Mas continuo sem perceber
O porquê de tudo ter acabado,
Apesar de tudo ainda gostava de te ter
Bem perto, mesmo aqui ao meu lado.
Amor Imperfeito - Parte I
Imperfeito.
Era o que aquele amor era,
Eras a presa, eu a fera,
Era tudo o que querias que fosse,
Momentos tivemos, do mais amargo ao mais doce,
Mas não passaram disso mesmo... Momentos...
Querias que fosse o teu Sol?
Eu era...
A tua Lua?
Sem qualquer tipo de espera...
Onde falhou toda esta conexão?
Onde começou a discórdia no seio da paixão?
A rebeldia, a irreverência,
Todos construíram esta deprimência.
Era o que aquele amor era,
Eras a presa, eu a fera,
Era tudo o que querias que fosse,
Momentos tivemos, do mais amargo ao mais doce,
Mas não passaram disso mesmo... Momentos...
Querias que fosse o teu Sol?
Eu era...
A tua Lua?
Sem qualquer tipo de espera...
Onde falhou toda esta conexão?
Onde começou a discórdia no seio da paixão?
A rebeldia, a irreverência,
Todos construíram esta deprimência.
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