Chamam-me louco por ser poeta,
Maluco por andar à descoberta,
Um incompreendido na sua meta!
Sou aquele que escreve sem sentir,
O que usa a camuflagem para se abstrair
Daquela vida que ainda está por definir.
Por vezes dou por mim a pensar:
"O que seria de mim sem cultivar
O vício da escrita que não pára de aumentar?"
E só uma resposta consigo obter,
Mas certamente em segredo a vou manter
Com medo do "bichinho" perder!
Conheci-te assim...
Como te conheci?
Através do fundo dum
Telemóvel.
Ainda hoje o sentimento se mantém,
Recordações? Muitas também.
Isto é pura felicidade descrita
Numa só palavra:
Amizade.
Através do fundo dum
Telemóvel.
Ainda hoje o sentimento se mantém,
Recordações? Muitas também.
Isto é pura felicidade descrita
Numa só palavra:
Amizade.
O desconhecido
Toda a gente tem medo de enfrentar o não conhecido,
Seja o menos corajoso ou o mais destemido,
Passo a passo percorrem o caminho tenebroso
Com o coração cada vez mais nervoso
E com um sentimento tão receoso
Que até passa despercebido.
Todos enfrentam o incompreendido
Rumo constantemente chamado de perigoso,
Indefinido e também falacioso...
Caminho do desconhecido.
Seja o menos corajoso ou o mais destemido,
Passo a passo percorrem o caminho tenebroso
Com o coração cada vez mais nervoso
E com um sentimento tão receoso
Que até passa despercebido.
Todos enfrentam o incompreendido
Rumo constantemente chamado de perigoso,
Indefinido e também falacioso...
Caminho do desconhecido.
Sem título
Vagueando pela cidade,
O meu caminho faço,
Andando devagar, passo após passo,
Tento fugir ao estereótipo da sociedade.
Deixo as modas de lado,
E refugio-me num passado esquecido
Outrora bem sucedido,
Onde me sinto bem aconchegado.
Alegre e falador,
Brincalhão e divertido,
Sempre extrovertido,
O retrato dum pseudo-escritor.
O meu caminho faço,
Andando devagar, passo após passo,
Tento fugir ao estereótipo da sociedade.
Deixo as modas de lado,
E refugio-me num passado esquecido
Outrora bem sucedido,
Onde me sinto bem aconchegado.
Alegre e falador,
Brincalhão e divertido,
Sempre extrovertido,
O retrato dum pseudo-escritor.
Frustração
Passo a passo percorro a rua,
Sozinho, sem acompanhante,
Com um sentimento que apazigua
Quem dele se faz amante.
Já antes de mim muitos escreviam,
Sobre um clima de tensão,
Mas poucos eram os que percebiam
Que isso era contra a razão.
O mal-estar que causava,
Tornou-se o principal "não",
Mas todo o ser amava
Continuar a escrever com frustração!
Sozinho, sem acompanhante,
Com um sentimento que apazigua
Quem dele se faz amante.
Já antes de mim muitos escreviam,
Sobre um clima de tensão,
Mas poucos eram os que percebiam
Que isso era contra a razão.
O mal-estar que causava,
Tornou-se o principal "não",
Mas todo o ser amava
Continuar a escrever com frustração!
Antítese
"I take a walk outsideI'm surrounded by some kids at playI can feel their laughter, so why do I sear"
Não vivo o meu dia por sentir a tua presença; Não sonho na minha noite por sentir a tua ausência.
É estranho como ainda consegues ter tanta influência sobre mim, mas agradeço-te por continuar a ser assim. Necessito de saber e perceber que tudo acabou! Não te quero mais!
Espera... Não vás, preciso de ti de qualquer maneira. Já não te quero daquela forma que me assustava profundamente, ou quero? Cada vez crias mais confusão na minha cabeça e, por mais longe que estejas, consegues arranjar forma de criar mais e mais fortes perturbações no pensamento. Mantém-te por perto, mesmo que já não me interesses...
Não me interessas mesmo, é a pura verdade! E esta é uma afirmação sem qualquer tipo de sarcasmo ou ironia, é a maior das verdades e a única certeza que me fazes ter. Agradeço-te por isso então.
Subscrever:
Comentários (Atom)